Sacarrabos
Características Gerais e Físicas
É um mamífero carnívoro generalista da família Herpestidae, que, em termos evolutivos, é próxima da família Viverridae, a qual inclui genetas e civetas.
Na Península Ibérica, existe apenas uma espécie de herpestídios, denominada cientificamente de Herpestes ichneumon, que apresenta porte médio, silhueta esguia acinzentada, cabeça afunilada, orelhas pequenas e arredondadas, pupilas horizontais, patas com cinco dedos munidas de garras não retrácteis, e cauda longilínea que termina num pincel de pêlos negros.
O dimorfismo sexual em animais adultos não é muito evidente, embora os machos apresentem maior dimensão corporal e cranial relativamente às fêmeas. Num estudo conduzido em Portugal por Bandeira e colaboradores, verificou-se que os machos apresentam, em média, 98,53 cm de comprimento e 2,417 Kg de peso, enquanto as fêmeas apresentam um comprimento total e peso corporal médios de 95,50 cm e 2,145 Kg, respetivamente.
Em Portugal, o sacarrabos é uma espécie cinegética com estatuto de conservação considerado não preocupante.
Características Gerais e Físicas
É um mamífero carnívoro generalista da família Herpestidae, que, em termos evolutivos, é próxima da família Viverridae, a qual inclui genetas e civetas.
Na Península Ibérica, existe apenas uma espécie de herpestídios, denominada cientificamente de Herpestes ichneumon, que apresenta porte médio, silhueta esguia acinzentada, cabeça afunilada, orelhas pequenas e arredondadas, pupilas horizontais, patas com cinco dedos munidas de garras não retrácteis, e cauda longilínea que termina num pincel de pêlos negros.
O dimorfismo sexual em animais adultos não é muito evidente, embora os machos apresentem maior dimensão corporal e cranial relativamente às fêmeas. Num estudo conduzido em Portugal por Bandeira e colaboradores, verificou-se que os machos apresentam, em média, 98,53 cm de comprimento e 2,417 Kg de peso, enquanto as fêmeas apresentam um comprimento total e peso corporal médios de 95,50 cm e 2,145 Kg, respetivamente.
Em Portugal, o sacarrabos é uma espécie cinegética com estatuto de conservação considerado não preocupante.

Distribuição Global
Esta espécie é originária do continente africano e a sua distribuição na Europa é restrita à Península Ibérica. O processo histórico que levou à colonização da Ibéria por esta espécie é uma questão ainda sob debate. Enquanto Gaubert e co-autores (2011) propuseram que a espécie terá chegado à Península Ibérica durante o Pleistocénico através do Estreito de Gibraltar, mais recentemente Detry e colaboradores (2018) sugeriram que este herpestídeo teria sido introduzido pelos Romanos, durante a sua presença na Hispânia.
Distribuição em Portugal
É, atualmente, um dos carnívoros silvestres colonizadores naturais mais comuns no território continental que, até há relativamente pouco tempo, tinha a sua distribuição geográfica limitada ao sul do rio Tejo.
Apesar da alternância de processos de contração e expansão, nos últimos 30 anos, tem-se verificado uma expansão notável da espécie para a região norte do país, devido provavelmente à combinação de vários fatores ecológicos e antropogénicos, tais como elevada adaptabilidade e plasticidade ecológica, hábitos diurnos, ausência de predadores naturais, alterações climáticas e modificações do uso da terra (e.g. êxodo rural e abandono dos terrenos agrícolas).
Atualmente, com base em inquéritos e estudos científicos vários, a distribuição geográfica desta espécie parece abranger todo o território nacional continental, mas de forma mais esporádica e fragmentada no noroeste do país.

Distribuição Global
Esta espécie é originária do continente africano e a sua distribuição na Europa é restrita à Península Ibérica. O processo histórico que levou à colonização da Ibéria por esta espécie é uma questão ainda sob debate. Enquanto Gaubert e co-autores (2011) propuseram que a espécie terá chegado à Península Ibérica durante o Pleistocénico através do Estreito de Gibraltar, mais recentemente Detry e colaboradores (2018) sugeriram que este herpestídeo teria sido introduzido pelos Romanos, durante a sua presença na Hispânia.
Distribuição em Portugal
É, atualmente, um dos carnívoros silvestres colonizadores naturais mais comuns no território continental que, até há relativamente pouco tempo, tinha a sua distribuição geográfica limitada ao sul do rio Tejo.
Apesar da alternância de processos de contração e expansão, nos últimos 30 anos, tem-se verificado uma expansão notável da espécie para a região norte do país, devido provavelmente à combinação de vários fatores ecológicos e antropogénicos, tais como elevada adaptabilidade e plasticidade ecológica, hábitos diurnos, ausência de predadores naturais, alterações climáticas e modificações do uso da terra (e.g. êxodo rural e abandono dos terrenos agrícolas).
Atualmente, com base em inquéritos e estudos científicos vários, a distribuição geográfica desta espécie parece abranger todo o território nacional continental, mas de forma mais esporádica e fragmentada no noroeste do país.

Habitat
Apesar de poder ocupar uma ampla variedade de habitats, esta espécie habita preferencialmente zonas com coberto arbustivo denso, próximas a linhas de água. Abrigam-se em tocas, troncos de árvores ocos, buracos escavados no chão e fendas rochosas, especialmente durante a noite.
Hábitos alimentares
Um estudo realizado em Portugal (Bandeira et al., 2018) sugere que, no Mediterrâneo, a dieta destes animais é composta predominantemente por mamíferos. Contudo, esta espécie generalista apresenta uma enorme plasticidade alimentar, aproveitando os recursos alimentares disponíveis sazonalmente em cada região.
Na sua dieta diversificada estão incluídas pequenas aves e mamíferos (e.g., roedores e coelho-bravo), ovos (principalmente de patos e quelónios), invertebrados (e.g., insetos, crustáceos, gastrópodes), répteis (principalmente, cobras), anfíbios e frutos.
Existem estudos que apontam para preferências alimentares distintas entre sexos. Os machos aparentam consumir principalmente mamíferos e anfíbios, enquanto as fêmeas parecem alimentar-se principalmente de répteis e invertebrados.
A informação disponível indica que a dieta destes animais varia de acordo com as necessidades energéticas de cada animal, existindo um maior consumo de presas mais energéticas durante a época reprodutora (Inverno e Primavera). Sendo oportunistas, apresentam comportamento necrófago ocasional que é vantajoso na eliminação de cadáveres, sobretudo de animais mortos em resultado de doenças infeciosas, cuja permanência no ambiente constituiria fonte de infeção para outros animais.
Hábitos alimentares
Um estudo realizado em Portugal (Bandeira et al., 2018) sugere que, no Mediterrâneo, a dieta destes animais é composta predominantemente por mamíferos. Contudo, esta espécie generalista apresenta uma enorme plasticidade alimentar, aproveitando os recursos alimentares disponíveis sazonalmente em cada região.
Na sua dieta diversificada estão incluídas pequenas aves e mamíferos (e.g., roedores e coelho-bravo), ovos (principalmente de patos e quelónios), invertebrados (e.g., insetos, crustáceos, gastrópodes), répteis (principalmente, cobras), anfíbios e frutos.
Existem estudos que apontam para preferências alimentares distintas entre sexos. Os machos aparentam consumir principalmente mamíferos e anfíbios, enquanto as fêmeas parecem alimentar-se principalmente de répteis e invertebrados.
A informação disponível indica que a dieta destes animais varia de acordo com as necessidades energéticas de cada animal, existindo um maior consumo de presas mais energéticas durante a época reprodutora (Inverno e Primavera). Sendo oportunistas, apresentam comportamento necrófago ocasional que é vantajoso na eliminação de cadáveres, sobretudo de animais mortos em resultado de doenças infeciosas, cuja permanência no ambiente constituiria fonte de infeção para outros animais.

Reprodução
A maturidade sexual nesta espécie é atingida em média aos 730 dias, para ambos os sexos.
A época reprodutora ocorre entre fevereiro e o início de junho, com um pico entre março e abril. O período de gestação varia entre 72 e 88 dias e os partos ocorrem a partir do meio de abril até meio de agosto, com um pico entre maio e julho.
As fêmeas costumam ter entre 2 a 4 crias por ninhada.
Longevidade
Esta espécie pode atingir cerca de 12 anos em ambiente selvagem e 20 anos em cativeiro.
Reprodução
A maturidade sexual nesta espécie é atingida em média aos 730 dias, para ambos os sexos.
A época reprodutora ocorre entre fevereiro e o início de junho, com um pico entre março e abril. O período de gestação varia entre 72 e 88 dias e os partos ocorrem a partir do meio de abril até meio de agosto, com um pico entre maio e julho.
As fêmeas costumam ter entre 2 a 4 crias por ninhada.

Longevidade
Esta espécie pode atingir cerca de 12 anos em ambiente selvagem e 20 anos em cativeiro.
Comportamento
É tido como uma espécie oportunista, com um espetro alimentar generalista e com grande adaptabilidade trófica em função do contexto natural em que se insere. O sacarrabos atinge hoje abundâncias consideráveis em regiões caracterizadas por elevados níveis de transformação da paisagem, certas práticas agrícolas e elevadas densidades de espécies de produção.
Sem predadores de topo de relevo na maioria das regiões, ocupa um lugar de destaque nas cadeias tróficas de muitas áreas do território nacional, predando vertebrados, nos quais se incluem algumas espécies de caça menor e algumas espécies de produção, como as aves de capoeira, causando por isso elevado conflito com o Homem.
Tem atividade predominantemente diurna. É frequentemente definido como um animal solitário, contudo é frequente observá-lo em grupos familiares, sobretudo fêmeas e crias.
Os machos adultos aparentam ter comportamento mais solitário do que as fêmeas e os juvenis, que se deslocam normalmente em grupo. A socialização ocorre nos abrigos durante o período noturno e durante a época de acasalamento e reprodução. Os machos exibem um padrão territorial enquanto a distribuição das fêmeas aparenta estar relacionada com a distribuição dos recursos alimentares.
As glândulas perianais destes animais têm dupla função. Uma das funções tem a ver com a orientação espacial, na qual estes animais, quando se deslocam em grupo, tocam com o focinho na cauda e ânus do indivíduo que se segue à sua frente. Este comportamento tem origem na fase juvenil, quando as crias seguem a progenitora em fila-indiana e está na génese da designação portuguesa de “sacarrabos” para esta espécie. A outra função tem a ver com a marcação territorial, reconhecimento social entre indivíduos e de fêmeas em fase de estro (cio).


Comportamento
É tido como uma espécie oportunista, com um espetro alimentar generalista e com grande adaptabilidade trófica em função do contexto natural em que se insere. O sacarrabos atinge hoje abundâncias consideráveis em regiões caracterizadas por elevados níveis de transformação da paisagem, certas práticas agrícolas e elevadas densidades de espécies de produção.
Sem predadores de topo de relevo na maioria das regiões, ocupa um lugar de destaque nas cadeias tróficas de muitas áreas do território nacional, predando vertebrados, nos quais se incluem algumas espécies de caça menor e algumas espécies de produção, como as aves de capoeira, causando por isso elevado conflito com o Homem.

Tem atividade predominantemente diurna. É frequentemente definido como um animal solitário, contudo é frequente observá-lo em grupos familiares, sobretudo fêmeas e crias.
Os machos adultos aparentam ter comportamento mais solitário do que as fêmeas e os juvenis, que se deslocam normalmente em grupo. A socialização ocorre nos abrigos durante o período noturno e durante a época de acasalamento e reprodução. Os machos exibem um padrão territorial enquanto a distribuição das fêmeas aparenta estar relacionada com a distribuição dos recursos alimentares.
As glândulas perianais destes animais têm dupla função. Uma das funções tem a ver com a orientação espacial, na qual estes animais, quando se deslocam em grupo, tocam com o focinho na cauda e ânus do indivíduo que se segue à sua frente. Este comportamento tem origem na fase juvenil, quando as crias seguem a progenitora em fila-indiana e está na génese da designação portuguesa de “sacarrabos” para esta espécie. A outra função tem a ver com a marcação territorial, reconhecimento social entre indivíduos e de fêmeas em fase de estro (cio).

Papel nos ecossistemas
Apesar de, no passado recente, se registarem densidades relativamente baixas desta espécie, as modificações do uso da terra e a (quase) ausência de predadores de topo têm conduzido a uma perceção generalizada do aumento da sua abundância. No meio rural, são vistos como predadores de espécies emblemáticas, tais como o coelho-bravo e a perdiz-vermelha. No entanto, são vários os estudos que têm demonstrado que mamíferos carnívoros desempenham importantes serviços de ecossistema, incluindo a regulação de populações de herbívoros e de micromamíferos (como os roedores), que, por sua vez, afetam os sistemas vegetais, a microcomposição do solo e, indiretamente, os sistemas hidrológicos. Os benefícios exercidos pelos predadores e pelas espécies necrófagas podem ser, assim, de grande alcance, através de maiores conversões na produção agrícola pelas alterações indiretas nos macro e micronutrientes do solo, bem como através da mitigação de doenças infeciosas e remoção de restos de matéria orgânica. Há, pois, que balancear o controlo (direto e indireto) da predação, indispensável a uma correta gestão de populações e gestão cinegética, e a manutenção de comunidades de carnívoros equilibradas que possam exercer serviços de ecossistemas fundamentais.
Período venatório
De outubro a fevereiro. Contudo, deve consultar-se o calendário venatório publicado anualmente e, no caso de controlo de densidade de predadores ou de caça em terrenos cinegéticos não ordenados, os respetivos editais.
Processos legais de caça
O sacarrabos é uma espécie cinegética de caça menor que pode ser caçada de salto, à espera e de batida.
Período venatório
De outubro a fevereiro. Contudo, deve consultar-se o calendário venatório publicado anualmente e, no caso de controlo de densidade de predadores ou de caça em terrenos cinegéticos não ordenados, os respetivos editais.
Processos legais de caça
O sacarrabos é uma espécie cinegética de caça menor que pode ser caçada de salto, à espera e de batida.

Principais doenças infeciosas
Existem ainda poucos estudos disponíveis sobre as doenças infeciosas que acometem esta espécie. De acordo com o documento elaborado em 2015 pela Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), intitulado “Estratégia sanitária para as espécies cinegéticas”, as doenças identificadas como as mais importantes para o sacarrabos são:
- Raiva: doença provocada por vírus do género Lyssavirus;
- Leishmaniose: doença provocada por protozoários intracelulares do género Leishmania, nomeadamente pela espécie Leishmania infantum em Portugal.
Existe ainda registo esporádico de micobacterioses nesta espécie, bem como a ocorrência de infeções causadas por agentes patogénicos generalistas que afetam várias outras espécies de mamíferos carnívoros.
Principais doenças infeciosas
Existem ainda poucos estudos disponíveis sobre as doenças infeciosas que acometem esta espécie. De acordo com o documento elaborado em 2015 pela Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), intitulado “Estratégia sanitária para as espécies cinegéticas”, as doenças identificadas como as mais importantes para o sacarrabos são:
- Raiva: doença provocada por vírus do género Lyssavirus;
- Leishmaniose: doença provocada por protozoários intracelulares do género Leishmania, nomeadamente pela espécie Leishmania infantum em Portugal.
Existe ainda registo esporádico de micobacterioses nesta espécie, bem como a ocorrência de infeções causadas por agentes patogénicos generalistas que afetam várias outras espécies de mamíferos carnívoros.

Curiosidades
- A forma peculiar de caminharem em fila-indiana fez com que se confundisse este animal com uma cobra com pelos e, por isso, era equivocamente designado por “cobra peluda”;
- Os pelos do final da cauda são muito apreciados para o fabrico de pincéis para pinturas a óleo;
- No antigo Egito, era considerado um animal sagrado e era utilizado para proteger as casas de pragas, tais como cobras e ratos, o que fazia dele um animal domesticado;
- Este carnívoro é resistente ao veneno de várias espécies de cobras e víboras.
Fontes bibliográficas
- Bandeira, V. & Fonseca, C. (2019). Sacarrabos, um carnívoro diurno com “dois pesos e duas medidas”. Revista Caça & Cães de Caça, 258, 32-33.
- Bandeira, V., Virgós, E., Barros, T., Cunha, M. V., & Fonseca, C. (2016). Geographic variation and sexual dimorphism in body size of the Egyptian mongoose, Herpestes ichneumon in the western limit of its European distribution. Zoologischer Anzeiger-A Journal of Comparative Zoology, 264, 1-10.
- Barros, T., Gaubert, P., Rocha, R. G., Bandeira, V., Souto, L., Mira, A., & Fonseca, C. (2016). Mitochondrial demographic history of the Egyptian mongoose (Herpestes ichneumon), an expanding carnivore in the Iberian Peninsula. Mammalian Biology, 81(2), 176-184.
- Bandeira, V., Virgós, E., Carvalho, J., Barros, T., Cunha, M. V., & Fonseca, C. (2018). Diet footprint of Egyptian mongoose along ecological gradients: effects of primary productivity and life history traits. Mammalian Biology, 88(1), 16-25.
- Barros, T. (2009). Estatuto e distribuição do Sacarrabos (Herpestes ichneumon) em Portugal. Universidade de Aveiro, Portugal.
- Bencatel, J., Sabino-Marques, H., Álvares, F., Moura, A. E., & Barbosa, A. M. (2019). Atlas de Mamíferos de Portugal (2ª edição). Évora: Universidade de Évora.
- Bies, L. (2014). Herpestes ichneumon (Egyptian mongoose). Acedido em Mar. 7, 2020.
- Cunha, M. V. & Reis, A. C. (2019). Um outro olhar sobre a raposa e o sacarrabos. Revista Caça & Cães de Caça, 258, 24-25.
- Cunha, M. V. & Reis, A. C. (2019). Vírus e parasitas de carnívoros silvestres. Revista Caça & Cães de Caça, 258, 26-29.
- Detry, C., Cardoso, J. L., Mora, J. H., Bustamante-Álvarez, M., Silva, A. M., Pimenta, J., ... & Fernandes, C. (2018). Did the Romans introduce the Egyptian mongoose (Herpestes ichneumon) into the Iberian Peninsula?. The Science of Nature, 105(11-12), 63.
- DGAV, ICNF & INIAV, Direção Geral de Alimentação e Veterinária, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas & Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (2015). Estratégia sanitária para as espécies cinegéticas. Acedido em Mar. 7, 2020.
- Gaubert, P., Machordom, A., Morales, A., López‐Bao, J. V., Veron, G., Amin, M., ... & Fonseca, C. (2011). Comparative phylogeography of two African carnivorans presumably introduced into Europe: disentangling natural versus human‐mediated dispersal across the Strait of Gibraltar. Journal of Biogeography, 38(2), 341-358.
Consulte neste site
- Bandeira, V. & Fonseca, C. (2019). Sacarrabos, um carnívoro diurno com “dois pesos e duas medidas”. Revista Caça & Cães de Caça, 258, 32-33.
- Cunha, M. V. (2019). Raposa e sacarrabos: entre ódios e paixões. Revista Caça & Cães de Caça, 258, 22-23.
- Cunha, M. V. & Reis, A. C. (2019). Um outro olhar sobre a raposa e o sacarrabos. Revista Caça & Cães de Caça, 258, 24-25.
- Cunha, M. V. & Reis, A. C. (2019). Vírus e parasitas de carnívoros silvestres. Revista Caça & Cães de Caça, 258, 26-29.
- Cunha, M. V. & Reis, A. C. (2019). Bacterioses dos carnívoros silvestres. Revista Caça & Cães de Caça, 258, 30-31.






